Agentes operacionais
Acompanham filas, consultam sistemas e executam ações permitidas conforme o contexto.
Criamos agentes capazes de observar um cenário, montar um plano, consultar conhecimento, acionar sistemas, verificar o resultado e pedir intervenção quando a decisão ultrapassa seus limites.

O processo não é uma sequência fixa: ele exige interpretar contexto, escolher ações e verificar o resultado.
Acompanham filas, consultam sistemas e executam ações permitidas conforme o contexto.
Quebram perguntas complexas, buscam fontes, comparam evidências e estruturam uma resposta.
Papéis especializados colaboram com estado compartilhado, validação e critérios de parada.
Autonomia delimitada
Agentes são adequados quando a tarefa exige interpretar o estado atual, escolher uma sequência de ações e verificar o resultado.
Autonomia não significa liberdade irrestrita: cada ferramenta, dado, custo, prazo e condição de parada precisa ser definido.
Ciclo do agente
A tarefa possui resultado esperado e critérios de conclusão claros.
O agente divide o trabalho e escolhe a próxima ação conforme o contexto.
APIs e funções autorizadas permitem consultar ou alterar sistemas.
Estado de curto e longo prazo preserva contexto com isolamento adequado.
O resultado é conferido antes de encerrar ou iniciar outra etapa.
Dúvida, risco ou exceção transfere a decisão para uma pessoa.
Controles operacionais
Cada benefício precisa ser observado no tempo gasto, na confiabilidade da informação ou na experiência de quem executa o trabalho.
O caminho pode mudar conforme dados, ferramentas e exceções encontradas.
O agente consulta e aciona ferramentas autorizadas sem depender de uma tela única.
Estado e histórico preservam contexto sem misturar usuários ou operações.
Ações sensíveis aguardam validação; rotinas de baixo risco seguem dentro dos limites.
Plano, chamadas de ferramenta, decisões e resultados ficam observáveis.
Permissões, orçamento, tempo e critérios de parada evitam autonomia irrestrita.
Decisões, riscos e critérios de aceite ficam visíveis do diagnóstico à operação.
Objetivo, ferramentas, ações proibidas, aprovações e critérios de parada são especificados.
Cenários normais, falhas e ataques testam comportamento antes da operação real.
Logs, métricas, alertas e revisão humana acompanham a evolução do agente.
Uma automação segue um fluxo previamente definido. Um agente escolhe etapas e ferramentas conforme o contexto, dentro de limites explícitos.
Pode em ações de baixo risco e escopo limitado. Operações financeiras, exclusões, publicações ou decisões sensíveis podem exigir aprovação humana.
Sim, quando papéis especializados melhoram qualidade ou separação de responsabilidades. Não usamos múltiplos agentes quando um fluxo simples resolve melhor.
Registramos decisões, ferramentas, latência, custo, falhas e escalonamentos. Limites de execução e mecanismos de interrupção fazem parte da arquitetura.
Quando o fluxo é fixo, uma automação convencional é mais simples e previsível. Também evitamos autonomia quando não existem critérios de sucesso, permissões seguras ou forma de verificar o resultado.
Podem usar integrações explicitamente autorizadas. Cada ferramenta recebe permissões mínimas, validação de entrada, limites de ação e registro. Operações sensíveis podem exigir confirmação humana.
A LHCX mapeia o cenário e propõe a arquitetura adequada ao fluxo, ao prazo e à equipe.